O quarto segredo de Fátima.

sábado, abril 12, 2008

Quando foi descoberto, a 19 de Junho de 2004, chamaram-lhe 2004 MN4 – mais um objecto (ou será objeto?) lançado para o catálogo de asteróides. Depois de calculada a trajectória (ou será trajetória?) do asteróide, descobriram que o 2004 MN4 seguia uma rota que o poderia levar a colidir com a Terra em 2029. Novos cálculos foram efectuados, concluindo-se que o calhau possui 400 metros de diâmetro. Se colidisse com a Terra, provocaria uma libertação de energia 114 mil vezes superior à libertada em Hiroshima. Então mudaram-lhe o nome. Chamaram-lhe Apophis, o nome da divindade do antigo Egipto (Egito?) Apep, senhor da destruição e do caos. Será possível acabarmos da mesma maneira que os nossos antepassados, os dinossauros? Cálculos matemáticos mais aprimorados foram feitos nos meses seguintes e colocaram de parte a visão apocalíptica (apocalítica?) anterior: o asteróide passará sobre a Terra (terra?) em 2029, sim, mas a 35 mil quilómetros de distância – para nós, que estamos cá em baixo, é muito longe [...] em termos astronómicos "é a rasar o poste". O asteróide vai passar pela Terra em 2029, mas voltará a 13 de Abril (abril?) de 2036, influenciado pela gravidade do nosso planeta. A possibilidade de um impacto (impato????????) directo (direto?) mantém-se baixa (1 em 45.000), mas foi o primeiro objecto(?) celeste da história (istória?) a ser classificado com o nível 2 da chamada Escala de Risco de Impacto de Turim. Este nível não implica risco de colisão elevado, mas exije acompanhamento efectivo (efetivo?). O asteróide Apophis acabou por trazer à baila outra questão: que poderíamos nós - simples terrestres - fazer se o objecto estivesse mesmo em rota de colisão? A ideia mais aceite é a da criação de uma nave com cerca de 140 metros de comprimento; [...] a nave aproximar-se-á do asteróide e daí resultará o efeito gravitacional suficiente para o desviar. A nave já foi baptizada: chama-se «trator gravitacional» (perdão 'tractor', ou será...epá estou baralhado). O projecto (projeto?) tem um custo estimado de 300 milhões de dólares, mas poucos duvidam da sua necessidade. O que se discute agora é a quem mandar a conta propriamente dita. "Era a continha faxavor" ONU? Há muito, muito, muito tempo, qualquer coisa parecida com 160 milhões de anos, um valente e poderoso calhau com 60 quilómetros de diâmetro foi de encontro a outro calhau este ainda maior, 170 quilómetros. Este "acidente" deu-se bem longe da Terra, na cintura de asteróides situada entre Marte, o planeta vermelho habitado pelos nossos primos marcianos que nunca existiram, e Júpiter o planeta dos nossos arqui-inimigos Jupiterianos. O asteróide maior - Baptistina - partiu-se em 140 mil bocados (cada um com mais de 1Km de diâmetro) e em 300 (com 10Km's). Para grande azar da espécie predominante na Terra de então, os répteis gigantes, alguns destes fragmentos que vaguearam pelo Sistema Solar desde a colisão aproximaram-se perigosamente. Escusado será dizer que os dinossauros não sabiam o que eram telescópios. O pedregulho que "nos" calhou em sorte caiu há 65 milhões de anos em Chicxulub, na península do Iucatão, no México, e formou uma cratera de 180 quilómetros de diâmetro. Explodiu com a força de milhares de bombas nucleares e pulverizou tudo o que era vida. Foi assim que os nossos amigos da série "Jurassic Park" desapareceram - consta. O estudo do Southwest Resarch Institute, dirigido por William Bottke, concluiu que o asteróide que originou a cratera Tycho, na Lua, também teve origem nos fragmentos do Baptistina. Com a ajuda de simulações em computador, foi possível reconstruir o trajecto do asteróide e determinar, que nem um Hercule Poirot do Cosmos, a identidade do assassino 160 milhões de anos após o crime. Todos os pormenores desta investigação estão descritos nesta página.
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Cuidado com os teleféricos.

12 comentários:

'stracciatella disse...

Ahah eu também estou a escrever um texto a propósito do acordo ortográfico. Sinceramente, não concordo muito com certas alterações, para além de achar que iremos perder um pouco a nossa identidade. Mas pronto, já me chamaram conservadora e tal, portanto vou.me abster de fazer muitos comentários.
Ah, e sim.. 'Por aí além' está perfeitamente correcto. :P

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Ivan Mota disse...

Um dedo no ar! bravo :P

'stracciatella disse...

'Oje vou viajar de elicóptero.' Mas isto faz algum sentido?! Eu acho que são essas 'inutilidades' (como eles lhe chamam) como os h's e outros que tais é que dão 'piada' à língua e a tornam única. Se todos se pusessem com isto, imagina: 'Wat time is it?' 'I don't now.' ou 'I ave no idea!'

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sámot disse...

Julgo que na lingua inglesa facilitava :P , mas na nossa iria ser muito mas mesmo muito esquisito :s

Sócrates para a rua! e com ele o novo acordo ortográfico!

CHULOOOOOSSSS!!

Ivan Mota disse...

dois dedos...

Filipa disse...

3 dedos..

Beijinho Ivanildo

Ivan Mota disse...

3 e muitos mais existirão!
Obrigado Fifas **

André Alves disse...

Tu és mentiroso! Os dinossauros não morreram! O meu melhor amigo chama-se Pontinhas, é um Stegossaurus que ficou muito magoado com as tuas palavras. Os seus amigos dinossauros estão todos escondidos numa parte de África à qual o ser humano comum não tem acesso. Eles estão lá escondidos porque o pessoal da CIA ficou retido na fase "quero-saber-tudo-sobre-dinossauros" e são invejosos.

E sejamos sinceros, se o Ser Humano aguenta uma Era Glaciar, aguenta uma pedrita qualquer vinda do espaço. Se tal não acontecer, eu pelo menos irei abanar uma bandeira branca para os nossos "arqui-inimigos Jupiterianos".
Eles não podem ser assim tão maus, como o meu vilão preferido disse: "Oh, I'm not so bad... once you get to know me..."

*Dedo levantado contra o Acordo*

Anônimo disse...

5
bom texto!
já agora...acho que o "H" não desaparece.
Ver o "prós e contras" de hoje

Bianca disse...

parece que já somos 6!

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