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O Pulmão

segunda-feira, setembro 23, 2019

Noam Chomsky alertou. "Não devemos procurar heróis, devemos procurar boas ideias". || Da Amazónia pulsa vida. Trata-se de um vasto ecossistema que se estende por 5,9 milhões de km2, rico em minerais e recursos únicos que inclui territórios pertencentes a 9 nações. Os gravíssimos incêndios, que recentemente consumiram mais de 24 mil km2 de floresta, levaram o Presidente francês - Emmanuel Macron a propôr uma "internacionalização jurídica da Amazónia" enquanto "Pulmão do Mundo". Preservacionismo consciente? Demagogia com vista à caça do voto verde (reeleição)? Cobiça imperialista? Ou será esta uma tentativa de inviabilizar o acordo Mercosul-UE? Aguardo.. na certeza que nunca vi um índio usar um colete, amarelo, será que..?

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A Lã

domingo, setembro 22, 2019

Otto Von Bismark alertou. "Fazer política em cima de princípios é o mesmo que caminhar por uma trilha estreita na floresta com uma vara longa entre os dentes.“ || A "tri-partida" Caxemira. 141 338 km² pertencentes à Índia (53,4%). 85 846 km² pertencentes ao Paquistão (32,4%). 37 555 km² pertencentes à China (14,2%). Neste palco de beleza e grande diversidade cultural e religiosa que é a Ásia, existe a região de Caxemira. Conhecida por produzir a lã mais valiosa.. é também um dos locais de maior tensão e atrito do mundo. A pluralidade de atores envolvidos (à qual se acrescentam os EUA) bem como o seu caráter multidimensional e potencial nuclear fazem deste conflito um confronto insolúvel de perpetuação provável. Quando juntamos num mesmo caldeirão 'luta pelos recursos', 'ideologia' e 'capacidade nuclear' sabemos que o risco de uma guerra fratricida é flagrante.

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O Estreito

Sun Tzu alertou. "A vantagem estratégica desenvolvida por bons guerreiros é como o movimento de uma pedra redonda a rolar por uma montanha de 300 m. A força necessária é insignificante, o resultado, espetacular.".  || O petróleo vai levar o mundo a grandes mudanças mais cedo do que se pensa. Se, como se perspetiva, Hassan Rouhani se decidir pelo fecho do Estreito de Ormuz, o epíteto de "vizinho chato" aliado à já crónica tensão Irão-EUA.. poderá espoletar um conflito de fim imprevisível. O Estreito de Ormuz é claramente o "centro nervoso" do petróleo mundial e aquele que, com certeza, mais dará que falar nos próximos tempos.

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O Orgulho

quarta-feira, outubro 19, 2011

Não há dúvida que nós, portugueses dos sete costados, nos temos em grande e subida conta. Se no plano técnico somos capazes de pôr a nu as coisas que correm (insofismavelmente) mal, no plano sentimental passamos uma enorme esponja sobre as nossas (muitas) fraquezas e continuamos a olhar a negra realidade através de lentes cor-de-rosa. Somos, assumidamente, os melhores do mundo! Lisboa é a cidade mais bonita do mundo - dizemos compenetradamente e de sorriso alvar. Gouveia e Águeda são, sem tirar nem pôr, respetivamente a Veneza e a Paris portuguesas. Os sapatos que fabricamos em S. João da Madeira são os melhores da europa - e quem diz sapatos diz outra coisa qualquer. Os nossos emigrantes são apreciadíssimos e desejadíssimos no estrangeiro - são a fina flor da emigração. Os nossos compositores e intérpretes só não ganham os festivais devido aos (inconfessáveis) interesses das multinacionais do disco. O caldo verde e o cozido à portuguesa são manjares ímpares, sem paralelo em todo o mundo civilizado. Broa como a de Avintes e queijadas como as de Sintra não se encontram em lado algum - é o encontras! - e até a nossa informação - tão remendona, dependente, deturpadora de factos e sordidamente imparcial - é a única verdadeiramente livre que existe daqui até aos antípodas. Somos, é oficial, um caso sério! E quanto ao desporto... nem é bom falar. Se o Benfica, à rasca, passa uma eliminatória a jogar contra um Ferencváros qualquer, aí está o génio lusitano a revelar ao mundo a sua grandeza. Se a seleção de hóquei em patins dá 25-0 a uns peruanos pataqueiros que não sabem nem agarrar no stick, olhamos felizes o seu subdesenvolvimento do alto da nossa olímpica superioridade. Se a pobre Vanessa Fernandes, a suar por todos os lados, arranca a ferros um terceiro lugar, festeja-se o acontecimento e condecora-se a mulher, como se, em vez de digna vencida, tivesse sido a gloriosa vencedora. Somos assim mesmo, não há a volta a dar! Esta dificuldade que nós portugueses temos em enfrentar a realidade, cria um estado de espírito que seria candidamente comovedor, se espontâneo e nascido de uma certa inocência de alma - mas não é! E não é porque em vez de candura, o que existe é apenas pelintrice mental e um grotesco quadro de valores nascidos num viscoso ambiente de embrutecimento, orquestrados pelos mentecaptos e imbecis criadores de mitos que dominam os nossos mass media. Somos um caso perdido! Em vez da reflexão rigorosa e do "conhece-te a ti próprio e ao país real de que és parte", nós portugueses optamos por alienar a nossa atenção e, entre um porra! e um arroto... gritar energeticamente: Viva o Benfica! Enfim...
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Uma Questão de Democracia

sábado, abril 24, 2010

«O que parecia sonho converte-se em realidade...»

Salazar, homem de dois sentidos, cem por cento antagónicos, foi responsável, quer queiramos quer não, por um capítulo importante da História de Portugal. De nada vale escamotear a realidade: com Salazar as finanças do país sanearam-se, a vida dita regrada do Estado permitiu a solidez da moeda, a disciplina e o rigor da administração garantiram o ressurgimento da economia. Como é facilmente perceptível, Salazar divide opiniões e o seu nome aterra, em pleno século XXI, em conversas, debates e demais fóruns de discussão. No momento em que surge Salazar, Portugal era um país fragilizado e em crise, débil e sem solução à vista. Com a chegada do "Salvador da Pátria" o país movimentou-se: abriram-se novas escolas, criaram-se estradas, portos, pontes, erigiram-se todo o tipo de edifícios - tudo para que "os portugueses pudessem tirar o maior partido do seu trabalho e aspirar a uma vida melhor". Contudo esta visão idílica do 'modus operandi' do regime, que fazia de Portugal um país de projecção internacional, abafava uma verdade temerosa: os seus ideais, o espírito de missão incutido no povo português levou-o à miséria, ao desmembramento e ruína de todo um povo. Anos mais tarde, "o redentor de Portugal", que durante trinta longos anos se serviu da obstinação, oportunismo, ousadia, crueldade, desprezo e despotismo sofreu um acidente que viria a mudar o curso da História. Nas palavras de Miguel Torga: "acabou um reinado, uma época". O Homem que odiava sonhadores, por considerar que estes corrompiam a realidade cai sendo, desse modo, afastado de um pedestal que ocupava há anos. Pouco tempo depois o regime - que fez da trilogia "Deus, Pátria e Família" o seu insigne hino - tomba e é dado um importante passo rumo à democratização do país. Mas será que, numa altura em que se celebram os trinta e seis anos do 25 de Abril, nos podemos considerar um país livre? Que o diga José Manuel Coelho, deputado do PND-M, que foi impedido de circular na via pública, mesmo gozando do privilégio de ter um cartão de livre trânsito (uma clara violação ao estatuto do deputado). Podem ler toda a história aqui: Política Pura e Dura. Importa também dizer que o referido deputado, num acto de protesto, aceita vender o seu cartão de deputado: Aqui e aqui.

«... por um Portugal Livre. 25 de Abril, SEMPRE!»
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A Nossa Pequenez

quinta-feira, abril 15, 2010

«Desculpe, importa-se de repetir?»

Quem não considerar de bom tom o excesso de adjectivação é melhor parar por aqui. A partir da próxima linha o que não faltarão são qualificativos, superlativos e demais hiperbólicos vocábulos. Feito o reparo, dizer que apesar de estranho temos muitas razões para ser felizes. Por alguma razão, ainda desconhecida, provavelmente genética, não o somos. Na verdade somos um pobre coitado, um eterno deprimido, um péssimo exemplo que se queixa de tudo e de nada, que se odeia e que, como não podia deixar de ser, detesta o sucesso alheio. Somos um país brando, negligente, um país promotor de incompetência e pouco humilde. Falha após falha a História faz-se, os casos repetem-se, os factos acumulam-se e este epíteto que se criou à volta do nome Portugal mina, por completo, a nossa, tão importante, confiança. Há alguns anos aprendi que: "os exemplos vêm sempre de cima". Se assim é, e numa altura em que se fala abertamente de crise, numa altura em que, mais do que nunca, se pede sacrifício, esforço e empenho aos portugueses, que idiotice é esta de dar tolerância de ponto aos trabalhadores nos dias 11, 13 e 14 de Maio, em virtude da visita do Papa ao nosso país? Estará Sócrates a tentar comprar o seu prometido "cantinho no céu"? Chamem-me reaccionário, herege, Velho do Restelo, que posso bem com a vossa prosápia, não façam é de mim um pateta. Esta iniciativa (já nem vou discutir a inconstitucionalidade que a questão encerra) não tem finalidade nem a mínima razão de ser. Recuso-me, por conseguinte, a ludibriar a realidade, recuso-me a pactuar com um Estado que pratica terrorismo institucional, não quero fazer parte de um país menor. Bem sei que temos um histórico de aproximadamente quarenta anos de ditadura, porém já vai sendo tempo de romper definitivamente com esse passado terrível. Olhemos de soslaio para a índole trabalhista dos japoneses - não de forma reprovável, mas com um misto de admiração e indulgência - que têm direito a três dias de férias anuais. Costuma dizer-se que tudo o que é demais é doença - neste ponto estamos de acordo - mas estamos também perante um caso paradigmático de amor à causa, de amor à pátria. É preciso dar um passo em frente, é preciso fazer mais - não vou aderir "à borla" do governo. Tempos houve em que acreditar que a Terra gira à volta do Sol indiciava demência e loucura, hoje começo relutantemente a aceitar que o enfermo sou eu.
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A Discriminação

terça-feira, fevereiro 23, 2010

«Princípio da Igualdade - 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.» - Artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa.

Antes de tudo, importa dizer, aqui e agora, que sou contra qualquer tipo de discriminação. Feita esta nota introdutória, de carácter metodológico, tenho a dizer que é com algum amargo de boca que tenho, nos últimos tempos, visto a "luta" cair no exagero, no ridículo e, não poucas vezes, num profundo e descabido abuso de Direitos. Na minha despretensiosa opinião, por respeito à História e às muitas batalhas vencidas, quer no que respeita ao racismo, por um lado, quer à discriminação sexual, por outro, penso que deveríamos abolir - de imediato - qualquer tipo de discriminação - ainda que esta seja 'inconsciente'. Fará algum sentido, pergunto-me, que existam ginásios exclusivamente femininos? Que sentido faz que Homens e Mulheres, numa saída à noite, paguem valores diferentes? Regra geral, os que outrora foram discriminados pela sociedade, tendem, por vezes, embora inconscientemente, a cair no erro de descriminar. Enquanto cidadão português, ao abrigo do artigo 13.º/nº2 da Constituição Portuguesa, arrogo-me no Direito de entrar e usufruir de um ginásio exclusivamente feminino e de pagar o mesmo que as mulheres numa discoteca. Homens unamo-nos! Não dessa forma que estão a pensar [...] é preciso acabar com estas injustiças.
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Copenhagen 2009

domingo, janeiro 10, 2010

«Olha-me aquelas nuvens. É hoje que nos cai o céu em cima, vai uma aposta?»

A questão das alterações climáticas está na ordem do dia. Mas as mudanças do clima não são uma novidade no nosso planeta, ocorreram no passado, há centenas de milhares de anos, e provocaram grandes contrariedades aos nossos antepassados. Esta questão, que de fácil análise nada tem, é um problema real e, não há a menor dúvida, é causado, em parte, pela Humanidade. A questão central é: o que podemos fazer de positivo e quais serão os custos? Sem querer parecer imprudente, penso que devemos concentrar-nos na forma de fazer as coisas de maneira mais inteligente. Temos de ter consciência que a maioria das pessoas do mundo não morre das alterações climáticas, mas sim de um conjunto de problemas de fácil resolução - má nutrição, doenças infecciosas. Na verdade, 1/4 da população mundial morre deste tipo de problemas. Se afirmamos preocupar-nos com o futuro do mundo e se nos preocupamos com quem vive nele, temos de assegurar que também resolvemos esses problemas e que não nos focamos exclusivamente em alterações climáticas. Sim. As alterações climáticas são extremamente importantes mas, se olharmos para a quantidade de pessoas que estão a lucrar com esta problemática (circulam dezenas, talvez centenas de milhões de dólares) percebemos que gastar dinheiro em diques (como em New Orleans) ou redes de mosquito (para a malária, em África) não têm o mesmo impacto financeiro em parte porque é muito mais barato, há menos a lucrar. Este sistema tende a dar demasiado ênfase ao medo, convém não esquecer isso. Não significa que o problema não exista, nem que a maioria da investigação feita não é excelente ou preciosa, significa, isso sim, que o contexto em que estamos a encarar este facto não é o mais conducente para se fazerem boas escolhas. Quando estivermos no século XXII terão acontecido muitas outras coisas que tiveram um impacto muito maior nas nossas vidas do que as alterações climáticas. Não quero, reforço este ponto, minorar as alterações climáticas, mas coloca-las em perspectiva.
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A Ideologia

quinta-feira, dezembro 24, 2009

«O mundo não é estático e o status quo não é sagrado. Mas não podemos permitir a sua alteração [...] por métodos coercivos..» - Harry Truman

O pós segunda guerra mundial teve, acima de tudo, um pendor antagónico. Transformadas em superpotências, os Estados Unidos e a União Soviética, procuraram estender as suas áreas de influência e assumiram uma rivalidade declarada. Para dizer a verdade, mais do que as ambições geoestratégicas dos dois países, confrontaram-se duas ideologias e duas formas de vida opostas: de um lado o modelo capitalista , do outro o modelo socialista. Ao folhear o livro "O Humor de Misha", de A.E.Prieto, que trata este assunto, lembro-me de ter lido uma anedota muito popular na época que explica tintim por tintim toda esta história (e que, deixem-me que vos diga, acho deliciosa):

A situação é relativamente simples de explicar. Estão dois miúdos, um de cada lado do muro, a conversar. A criança do lado ocidental - habituada a um sem número de comodidades - mete a mão na ferida dizendo: "Eu tenho uma banana! Eu tenho uma banana!". A criança do lado oriental atordoada e sem saber o que responder foge. Chegado a casa pergunta ao pai: "Pai! Está ali um miúdo no lado ocidental a dizer que tem uma banana.". O pai, consciente da situação, responde: "Opá, diz-lhe que tens o socialismo.". No dia seguinte, à mesma hora, as duas crianças voltam a encontrar-se. A criança do lado ocidental, com um sorriso de orelha a orelha, provoca: "Eu tenho uma banana! Eu tenho uma banana!". Preparada, a criança do lado oriental, replica: "E eu tenho o socialismo! E eu tenho o socialismo!". Sem saber do que lhe estão a falar, a criança ocidental tenta salvar a honra: "E eu também vou ter! E eu também vou ter!". Eis que o miúdo do lado oriental responde: "E ficas sem a banana! E ficas sem a banana!".
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Às Armas

sábado, dezembro 12, 2009

«O tempo em que os impérios podiam tratar os Estados soberanos como peças de xadrez já acabou...» - Barack Obama

Não tenhamos medo das palavras: está tudo a mudar. O hoje não é igual ao ontem, assim como o ontem não é igual ao anteontem. Sem darmos por isso, o que hoje é um dado adquirido amanhã não o é. Está tudo a mudar - rapidamente demais. O que hoje é novidade, o que hoje é valorizado e admirado, será velho e ultrapassado amanhã. Está tudo a mudar, e é pena. O blogue mudou. A gripe está a mudar. Eu estou a mudar. O que hoje é branco, amanhã é preto. O que hoje é poder, amanhã é fraqueza. O que hoje, imaginem só, é feio amanhã poderá, muito bem, ser belo. Sejamos claros, no tempo em que ainda não existiam cimeiras do G8, nem conferências de Bilderberg (tópico a explorar num futuro post) existiam dois países capazes de mudar a face do mundo: eram eles Portugal e Espanha. Durante séculos os reinos de Portugal e Castela estiveram de costas voltadas. Durante séculos registou-se uma espécie de guerra-fria neste rectângulo peninsular à beira mar - o mundo, e é pena, não tinha os olhos postos em nós porque não existia televisão e muito menos Internet. Portugal teve, de uma só vez, um pé no Brasil, o outro em áfrica e ainda umas quantas migalhas na ásia. Mas, como está bom de ver, tudo mudou. Desse tempo apenas ficou o que não devia ter ficado; A memória, o tradicionalismo, a ruralidade. O espírito guerreiro, esse, ficou esquecido e guardado numa gaveta. O espírito de vitória, que tanto se apregoa na actualidade, tem que ser recuperado. Vamos ajudar Portugal. Vamos unir esforços. Vamos tentar abrir essa gaveta empenada há centénios. Está tudo a mudar.. e é pena.
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A Epopeia

terça-feira, junho 23, 2009

«Temos (hoje) mais poder informático na palma da nossa mão, com o telemóvel, do que eu tive para ir à Lua e voltar. Pense nisso. - by Eugene Cernan (o último Homem a pisar solo lunar)»

Como na história do homem (Newton) que, enquanto repousava, viu cair sobre si uma maçã - facto que permitiu a descoberta de leis imanentes - a curiosidade está na base da vida humana. Quem somos? Onde estamos? Porque estamos aqui? Haverá vida lá fora? É este desejo insaciável que visa a descoberta e o conhecimento que nos impele e catapulta para outros voos. Do epopeico trajeto de Vasco da Gama à ousada ida à Lua da Apollo 17, a humanidade já enfrentou, na sua curta história, desafios épicos, repletos de sucesso e fatalismo - servindo-se disso para evoluir. É deste espírito que se alimenta a descoberta. É deste espírito que se alimenta o lema: é assim que o mundo pula e avança. Porém, importa considerar a questão: Voltaremos a transpor esta fronteira? Será de bom trato considerar que no futuro a vida fluirá como Isaac Asimov vaticina nos seus livros? Como serão as pessoas daqui a mil anos? Bom, tirando meia dúzia de iluminados, que se dizem adivinhos, penso que ninguém saberá a resposta - mas uma coisa parece-me certa: Somos uma espécie fantástica!
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O Progresso (sem limites)

terça-feira, maio 05, 2009

«Polícia! Vai em excesso de velocidade! Na próxima oportunidade quero que encoste à sua direita. Repito! Na próxima oportunidade vai encostar à sua direita. Abrande a viatura e encoste à sua direita, é uma ordem!»

O Homem, não é novidade para ninguém, procurou, desde sempre, fazer-se deslocar. De início, esse fardo era responsabilidade dos animais que, mal ou bem, se esforçavam por ajudá-lo (que remédio!). Séculos mais tarde, com a revolução industrial, abriram-se as portas ao progresso e surgiram assim meios de transporte nunca antes sonhados. A evolução, apesar de paulatina, foi tão grande que hoje em dia temos, ao nosso dispor, um arsenal quase infinito de transportes (marítimos, aéreos, terrestres e espaciais). É quase impossível imaginar o mundo sem a evolução da tecnologia e mobilidade de que hoje dispomos. Outrora, chagavam a fazer-se viagens de Lisboa ao Porto em doze horas, hoje é possível chegar à Lua, imagine-se, em menos de seis. Consultem este site e vejam quanto tempo demorariam, escolhendo diferentes destinos e modos de viajar. A evolução tem sido em catadupa mas.. haverá efectivamente um limite como muitos vaticinam? Para que percebam que essa hipótese está excluída à partida, peço a vossa atenção para o seguinte raciocínio; Sabe-se que a estrela mais próxima do Sol é Proxima Centauri. Está sensivelmente a 4,22 anos-luz (quarenta triliões de quilómetros de distância) da Terra. Com a tecnologia existente em 1998 (sonda Deep Space 1 movida a iões) levaríamos cerca de oitenta e um mil anos a chegar à referida estrela. Em 2005, viajando a sessenta e dois mil quilómetros por hora, a Voyager 1, levaria setenta e seis mil anos a chegar a Proxima Centauri. Para concluir o raciocínio, está em equação o Projecto Orion que, movido a bombas nucleares, estará preparado para viajar a cinquenta e quatro milhões de quilómetros por hora (5% da velocidade da luz) precisando assim de oitenta e cinco anos para chegar a Proxima Centauri. Haverá limites? Deixo para reflexão.
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H2O - Água

quarta-feira, janeiro 28, 2009

«Oh meu Deus! É impressão minha ou está a começar a chover? Vamos apanhar chuva! Salve-se quem puder! Corram! Fujam do dilúvio. Alguém tem o número de telefone do Noé por favor?»


Não sejamos ingénuos perante tamanha evidência. O Homem e a água são aliados há milénios. Fazem tudo juntos e rapidamente se tornaram os melhores amigos. Tudo começou há milhões de anos atrás com os nossos antepassados Sahelanthropus Tchadensis. Acabados de chegar à Terra, estes hominídeos, puseram tudo em pratos limpos e reclamaram para si toda a água do planeta. Depois de reuniões e mais reuniões em casa deste e daquele, onde chegaram a voar cabeças, chegou-se a um acordo. A água determinou que iria cobrar um imposto a cada espécie que a usasse. E assim foi. Passados cinco milhões de anos, a realidade é um pouco diferente. Se até aqui a água era dona e senhora do monopólio, actualmente isso não acontece. O Homo-Sapiens há muito que deixou de pagar a renda e neste momento usa e abusa da água. Usa-a na praia para fins menos próprios, piscinas, banhos de quarenta e cinco minutos e em canalizações defeituosas. Usa-a como caixote do lixo e mais grave que isto tudo - usa-a sem dar nada em troca. Maldita sois raça maligna! Os nossos corpos são predominantemente água. A água é sinónimo de diversão, vida e ... aborrecimento. Se é verdade que adoramos água, se é verdade que somos fascinados por água também é verdade que em caso de chuva o caso muda de figura. Bolas pá! Estou ensopado! Olha-me para isto! Já deito chuva pelos olhos. Por uma razão desconhecida, temos um problema grave com a água do céu. Como é que isto se explica? Não sei. Hã? O que é isto? Senti um pingo! Fujammmmmm!
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Porque Seinfeld is Life.

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Portugueses, em pé! Assim é que é!

domingo, outubro 05, 2008

«Portugal está a chegar ao fim da sua História»

Eu tenho uma tese.
Muito se tem indagado a respeito desta frase.
Contudo.. a minha sensibilidade empírica diz-me que Portugal tem salvação!
A exemplo do post que escrevi - faz umas semanas - onde dizia energicamente que iria salvar o mundo.. pois bem, hoje centrar-me-ei numa causa ainda mais nobre - o nosso país.

Quem me conhece - e são bastantes - sabe que recuso patrocinar as ditas crónicas dos “profetas da desgraça” ou da “superstição exagerada” e muito menos da “retórica caluniosa”. Isto para dizer ao leitor que depois de ler este post, recuso ser conotado com qualquer das adjectivações referidas.

Indo rápido e directo ao que interessa, a meu ver - Portugal precisa urgentemente de algo que o recoloque na vanguarda, na linha da frente. Portugal vive órfão deste tipo de histórias. Portugal precisa de aparecer nas grandes "montras" mundiais.
Longe vão os tempos em que a Senhora de Fátima aparecia aqui e ali .. longes vão os tempos em que civilizações inteiras de extraterrestres atravessavam os céus do nosso país, capturando civis e animais ruminantes. Longe vão os tempos em que a ilustre Amália Rodrigues elevava o espírito deste país. Longe vão os tempos - não me canso de o dizer - em que o futebol nos dava alegrias.

Os 3 F's. Futebol, Fado e Fátima. Novamente.

No tempo da ditadura provinciana do Estado Novo, havia uma máxima que - arrisco dizê-lo - perdurará para todo o sempre e que nos distinguiu - na altura do resto do mundo. Portugal era oficialmente o país dos "três efes", do Fado, Futebol e Fátima. A conotação apesar de negativa (era associada ao tradicionalismo exacerbado e à falta de instrução que caracterizava a população portuguesa nessa época) tornou-nos celebres e falados. Hoje em dia orgulhamo-nos do estatuto internacional de Mariza e dos Madredeus, dos feitos do Cristiano Ronaldo e até da nova Catedral de Fátima. Ou seja, o Fado, o Futebol e Fátima estão na moda, não só a nível nacional, mas também internacionalmente...Ora, se é assim, se mesmo os 3 F’s conseguem inovar num mundo crescentemente globalizado, porque não investir mais nestas nossas vantagens comparativas? Pergunto eu.

Vivemos órfãos repito. Precisamos que falem de nós. Ainda não chega.
A minha sugestão é .. acrescentar um "F" a esta trilogia.

"F" de Fenómeno. Dou-vos um exemplo concreto.
A Escócia. O que é que a Escócia tem que a distingue dos outros países? Um Fenómeno, exactamente! Está no Lago Ness (Loch Ness) e chama-se Nessie. Análises, teses, teorias, notícias, especulações, estudos, publicidade, turismo .. é disto que precisamos! Outro exemplo. Área 51, Nevada. Teorias, mitos, profecias, lendas .. é por aqui que devemos tentar investir. Agora dir-me-ão os cépticos: «Ah mas não há fenómenos em Portugal! Muito menos milagres!»

Não existem? Inventam-se! .. «Ah mas isso é charlatanismo!» .. oiçam, não me apedrejem já. É o nosso país que está em causa. Esta tetralogia (FFFF) seria a solução dos nossos problemas.

Pensem nisso.
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I Predict a Riot

sábado, julho 19, 2008

Toda a verdade: Mona Lisa (com som)

Que segredos esconde? Que verdades nunca antes reveladas permanecem no anonimato? Será Mona Lisa quem nós realmente pensamos?

Apurar a verdade e fazer justiça é não permitir que a investigação seja desviada dos seus objectivos essenciais, é levá-la até ao julgamento e punição dos culpados. Este artigo - com bolinha - não visa disseminar qualquer ideologia, religião ou organização... pretende apenas denunciar e pôr a descoberto aquele que para muitos é (pausa).. o oitavo segredo de Fátima. Mas não se pense que foi fácil chegar até ao segredo [...] foram precisos meses de escutas telefónicas, meses de leitura, meses de imolação e oblação pessoal para que no fim .. a verdade pudesse vir ao de cima. Quero os meus leitores informados, quero os meus leitores sabedores da verdade, quero fazer dos meus leitores autênticos mestres.. quero que saibam em primeira mão todas as alíneas deste imbróglio. Depois da leitura deste artigo, o leitor ficará a saber quem foi na verdade Mona Lisa, o que fez, por que projectos batalhou e muito mais.

"Mona Lisa. Com toda a certeza, o segredo mais bem guardado de sempre."

Por ano sete milhões de iludidos têm o estranho hábito de se deslocarem até Paris (França), mais precisamente ao Louvre, com o objectivo claro de verem de perto a obra de arte mais fascinante e discutida da história do ser humano - a Mona Lisa. Reparem que uso o vocábulo "iludidos" com alguma mágoa... na verdade a história que circula pelos corredores do Louvre não passa duma perfídia, um embuste. A verdade, essa, será dentro de momentos revelada.

Prefácio

Na verdade a figura que surge numa das mais imortais pinturas da história da humanidade não se chamava Mona Lisa "Gioconda" - esse era apenas mais um nome artístico tal como Osama Bin Laden, Lydia Barloff ou Belle Dominique. A figura pintada por Leonardo da Vinci que pode ser vista numa parede do Louvre, chamava-se António Bernardes e era português.

Um Pouco de História.

13 de Janeiro de 1490, Oliveira de Frades.
12h09 - Dna. Estefânia Bernardes dá à luz um exemplar robusto com 4.508 Kg, de seu nome António Bernardes.

Filho de um trabalhador do campo, foi criado no seio de uma família pobre, austera e sem educação. As dificuldades eram muitas mas o pequeno António aspirava a voos de outra estirpe... com apenas sete anos de vida deu provas de se tratar de um sobredotado. Desenvolveu técnicas de marear mais eficientes do que as existentes até então, criou procedimentos de exploração alternativos, inventou instrumentos como a bússola girascópica, astrolábio, nocturlábio [...] perante tamanho portento, perante tamanha genialidade foi uma questão de tempo até ter sido apelidado de "menino prodígio" por todos os aldeões.

Tal maneira notáveis foram os seus feitos que semanas mais tarde .. um representante da coroa real portuguesa se deslocou a Oliveira de Frades com uma proposta para a família Bernardes.

« Carta d'el Rey D. Manuel I, 3 de Julho de 1497.
Snõr vimos por est meio solicitare que nôs venda seu filho, António Bernardes, a troco obviamente de ojetos e valores. A corte portuguesâ partiráa em breve para a Índia numa expediçaaõ - por mares nunca d'antes navgados - e pretendemos ter seu filho connosco junto com os seus cnhecimentos maritimos avançados. Para o recompensare por este prejuizio oferecemos três ovelhas, quatro vacas e duas cabras. Esperamos que compreenda, o seu filho estará acompnhado por bravos homeës que tudo farão para um dia regressare em paz acasa. »

Sem como dizer não .. a proposta foi aceite. Bernardes partiria dentro de cinco dias para a Índia, juntamente com Vasco da Gama.

8 de Julho 1497, Rio Tejo, Lisboa.
15h00 - Partem na demanda da Índia 4 náus (São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel).
António Bernardes, bem como o próprio Vasco da Gama, lideram uma armada de 150 homens - entre marinheiros, soldados e religiosos - todos com um objectivo em uníssono ... glória

Pois é, os meses passaram…
Bernardes, esse, aos olhos da tripulação era agora tido como pedra-de-toque. Os cépticos dissuadidos pela maturidade, sapiência, altivez e brio do pequeno Bernardes não hesitaram e conferiram-lhe o epípeto de "Visionário". É que Bernardes, mesmo estando em pleno Oceano, a milhares de quilómetros de casa, continuava a inventar/desenvolver técnicas náuticas de calibre francamente excêntrico. Entre as quais um mapa detalhado, cosmografia, o nónio, oitante, Kamal, a biruta e o udógrafo.

17 de Abril de 1498, no meio do Oceano índico.
21h00 - O azar acabaria por bater à porta de Bernardes.

Depois de ultrapassados diversos e medonhos obstáculos, depois de vencidas batalhas terríveis, o pequeno Bernardes, agora com oito anos, cai desafortunadamente ao mar. Ventos ciclónicos e uma chuva densa impossibilitavam qualquer tentativa de salvamento - o pequeno Bernardes corria perigo.

Bernardes estava a braços com um grande problema: se por um lado se lembrava de alguns contornos do seu mapa, por outro sabia que jamais conseguiria fazer o percurso de volta. A somar às suas preocupações estava o facto de não ter comida, estar frio, ser noite, só ver estrelas e desconfiar que as jangadas e os coletes salva-vidas ainda não tinham sido inventados.

Bernardes toma então a decisão da sua vida:
Não vou voltar para trás! Vou atalhar caminho! Vou para Itália!
Decidido, inicia então vigorosas braçadas ao rumo 022 (para os leigos é NE) até à posição geográfica 13º55’20’’N 054º10’11’’E (WGS84). Desconfia-se que ainda ultrapassou a nau durante a noite, porque os registos da passagem da nau por esta posição só ocorreram em 24 de Junho de 1498, data de chegada de Bernardes a Birkat al Mashur.

Pergunta o leitor atento… como é que Bernardes chega da posição geográfica 13º55’20’’N 054º10’11’’E a Birkat al Mashur ?

Aí está…Bernardes com o seu instinto cedo revelado, serpenteou com precisão, a Península Arábica, Corno de África, Djibouti, Etiópia, Eritreia, Egipto entrando pelo estreito de Bab el Mandeb e o Golfo de Aden até à península do Sinai.
Chegado a Birkat, Bernardes procurou pela passagem para o mediterrâneo. Nickles! Não havia! Danado, inicia então aquela que viria a ser a primeira dragagem do futuro "Canal de Bernardes", que em 17 de Novembro 1869 viria a ser inaugurado, em sua homenagem, com o nome de Canal do Suez (não se consegue descobrir a razão para a alteração do nome, supõe-se que terá derivado de uma alcunha árabe atribuída a Bernardes, dado que "As suaysz" em árabe, significa “o homem que caiu da nau”.

A 29 de Outubro de 1498, Bernardes chega finalmente a Port Said, às portas do mediterrâneo.
Inicia então mais uma etapa, desta feita, nada vigorosamente 605 milhas náuticas ao rumo 313 (para os leigos é NW) até á posição geográfica 37º54’57’’N; 23º00’34’’ (WGS84). Mais uma vez, empreendedor, inicia a difícil tarefa de atravessar um país a nado. No caso a Grécia.

Tudo isto porque não pretende dar a volta à Peloponésia para chegar à Bella Itália.
Bernardes inaugura o segundo Canal de Bernardes com o retirar da primeira pedra em 17 de Novembro de 1498. Mais tarde em 1893 este canal viria a ser oficialmente inaugurado em sua homenagem, com o nome de Canal de Corinto. Corinto (em grego korintus ) significa “aquele que abre canais”

Daqui a Itália foi mais um pulinho de 170 Milhas náuticas.

Bernardes conseguira salvar-se depois de ter estado quase dois anos a nadar. Fantástico!

A História por trás da História.


Ao chegar a Itália, Bernardes, era um homem extraordinariamente musculado e por estar encharcado tinha a roupa "colada" ao corpo. Para os homens do renascimento isto era o suficiente para o quererem levar para casa - tudo para fins de trabalho, claro. Fica aqui um exemplo:

Renascentista (Escultor): Larga-o, que eu quero esculpi-lo.
Renascentista (Pintor): Larga-o tu, porca, que eu quero pintá-lo.

Bernardes: Ó senhores não me puxem..

Renascentista (Pintor): Mas eu quero pintá-lo!
Renascentista (Escultor): Mas eu quero esculpi-lo!

Bernardes: (Des)larguem-me (português antigo) os braços que eu estou a nadar há dois anos seguidos senhores.

Renascentista (Pintor): Pintá-lo!
Renascentista (Escultor): Esculpi-lo!

Bernardes: Toma!

António Bernardes acabaria por os músculos recém adquiridos a render desancando dois renascentistas à pancada e ingressando como porteiro na Capela Sistina. Não estou a falar da Capela Sistina cujo tecto foi pintado por Miguel Angelo, não .. falo da Capela Sistina - a danceteria mais famosa da Roma renascentista. Foi na «Danceteria Capela Sistina» que Leonardo da Vinci - famoso pintor, inventor, matemático, escultor, arquitecto, físico, escritor, engenheiro, poeta, botânico e músico - descobriu António Bernardes.

Com aparência madura e robusta era Bernardes (9 anos de idade) o responsável pelos clientes que entravam no estabelecimento. Um certo dia .. Bernardes viu-se em apuros [...] um salteador estava a roubar um velho homem (aparentemente alguém famoso) em pleno estabelecimento. Bernardes ciente dos perigos que corria lançou-se que nem um beduíno para cima do ladrão e ... voilá missão cumprida! Depois de dominado e vencido .. o ladrão revelou a sua identidade - era o Sr. da Vinci !
Envergonhado, humilhado e vexado .. Leonardo da Vinci não teve alternativa - suplicou por clemência, afinal de contas era o seu bom nome que estava em causa. Por fim chegaram a um acordo .. da Vinci faria um retrato do faustoso António Bernardes.

Moral da História

não sei.

Sadness - Enigma
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Hybrid Theory

segunda-feira, junho 16, 2008

Toda a verdade: Osama Bin Laden

Para onde caminha este homem? Que truques esconde debaixo da manga? Quem é o verdadeiro Osama? A verdade nua e crua dentro de momentos...

Apurar a verdade e fazer justiça é não permitir que a investigação seja desviada dos seus objectivos essenciais, é levá-la até ao julgamento e punição dos culpados. Este artigo - com bolinha - não visa disseminar qualquer ideologia, religião ou organização... pretende apenas denunciar e pôr a descoberto aquele que para muitos é (pausa).. o sétimo segredo de Fátima. Mas não se pense que foi fácil chegar até ao segredo [...] foram precisos meses de escutas telefónicas, meses de leitura, meses de imolação e oblação pessoal para que no fim .. a verdade pudesse vir ao de cima. Quero os meus leitores informados, quero os meus leitores sabedores da verdade, quero fazer dos meus leitores autênticos mestres.. quero que saibam em primeira mão todas as alíneas deste imbróglio. Depois da leitura deste artigo, o leitor ficará a saber quem é na verdade Osama Bin Laden, o que faz, que projectos tem em mente e muito mais.

Dá-lhe Falâncio...

Osama Bin Laden é - na verdade - um dos maiores mágicos e ilusionistas dos tempos modernos. A comprová-lo está o seu nome.. que na verdade é artístico. Tal como Rujub, um lendário ilusionista já retirado da alta roda, também Osama camuflou a sua verdadeira identidade por meio de anagramas hieroglíficos - fazendo lembrar Jacques Saunière.

Osama e Laden são palavras que... quando ligadas resultam em algo extraordinário:

O s a m a - L a d e n

Leo Damas.

Fascinante! Leonardo Damas e Osama Bin Laden são uma e só pessoa. Mas as surpresas não ficam por aqui [...] descobri que Leonardo Damas é português, natural da Brandoa e tem um objectivo desde tenra idade... mostrar ao mundo o seu infinito talento para a magia. Contudo nem tudo foi porreiro, pá...

O seu pai - Joaquim Damas - desde cedo se mostrou inflexível. A (futura) escolha profissional do seu petiz deixou-o de cabeça perdida, o que levou este pobre homem a pedir a Damas Jr. que seguisse a carreira de médico, argumentando que no hospital de Santa Maria pagavam bem. Mas foi em vão..

Revoltado.. Damas Jr. converte-se ao islamismo. Uma questão de rebeldia? Um truque na manga? Um golpe de teatro? [...] mas não ficou por aqui. Leonardo emigra para o Afeganistão e é aí que a sua carreira começa verdadeiramente a ganhar forma. É também nesta altura que Damas decide apagar toda e qualquer conotação lusitana do seu nome - daqui para a frente é Osama Bin Laden.

E agora perguntará o leitor atento:
Então o que significa o apelido «Bin» ali no meio?

É simples. Trata-se das iniciais de - Brandoa Ilusionism Network - (rede de ilusionismo da Brandoa). A organização fundada por Bin Laden - ainda nos tempos em que vivia em Portugal - pretendia congregar os profissionais de ilusionismo da sua área de residência. Mais tarde este grupo de amigos evoluiu e tornou-se n'algo mais complexo e destrutivo... a Al Qaeda.

Unidos numa espécie de irmandade - bem ao estílo do Priorado do Sião - a Al Qaeda pretendia esconder os verdadeiros propósitos da BIN como se do Santo Graal se tratasse. Aliás as histórias de Osama e do Priorado são indissociáveis...

1. Ambas as sociedades (secretas) juraram proteger um segredo.

1.1. Al Qaeda - Propósitos da BIN (truques de magia).
1.2. Priorado do Sião - Santo Graal (Maria Madalena/linhagem).

2. Ambas as sociedades (secretas) tinham uma ramificação militar.

2.1. Al Qaeda - Mujahidin.
2.2. Priorado do Sião - Cavaleiros Templários.

(...)

Fazer magias - 11 de Setembro de 2001.

Aquilo que muita gente pensa ter sido um acto terrorista, foi na verdade uma tentativa algo desastrada de Leonardo Damas (..perdão, Osama) fazer um grandioso número de magia à lá David Copperfield. Documentos secretos do FBI contendo transcrições de conversas telefónicas, revelam frases proferidas por Osama, tais como:

"Se Copperfield conseguiu fazer desaparecer a Estátua da Liberdade... eu consigo fazer desaparecer as Torres Gémeas."

E fez. Mas infelizmente sem perceber que os melhores espectáculos de magia se baseiam na ilusão e não no acto de fazer desaparecer de facto as coisas... destruindo-as.
Numa busca incessante por bodes expiatórios, Bin Laden, apresentou-se ao mundo, na sua gruta, onde tentou por a+b encontrar argumentos para se desculpar. Os comunicados assinados por Osama são da sua inteira responsabilidade...




Traduzindo:

"Peço imensa desculpa. Só quis fazer desaparecer uma coisa grande... para a próxima experimento com um elefante."

Parece-me óbvio que estamos perante um fora-de-série. Osama tem o dom. Osama sabe utilizar os seus poderes, não há quem lhe faça frente. É impressionante a capacidade deste homem escapar às mãos americanas. Como o faz?

Para não ser encontrado e desaparecer, Osama, tem utilizado um engenhoso sistema de espelhos. Sistema esse que tem iludido e aniquilado, por completo, o exército norte-americano... [...] contudo especula-se nos corredores do seu bunker que Osama prepara já um novo truque, este ainda mais mortífero e completo - o lendário truque "da pessoa cortada ao meio".

Creio ter sido claro e explícito. Falámos de Osama Bin Laden/Leonardo Damas, uma figura proeminente da cultura portuguesa, um ícone cultural de renome internacional. Chegámos à conclusão que se trata de um mágico/ilusionista responsável por destruições em massa, com ligações suspeitas a células secretas. É um homem perigoso.. tem no seu curriculum mais de 10.000 mortes, tem um poder incomensurável capaz de dizimar todos aqueles que se coloquem no seu caminho. Tenham cuidado foliões, tenham cuidado.

PS: Um alerta. Avisam-se todos os portugueses para o possível regresso a casa deste pináculo da história mundial. A Brandoa está em tumulto.
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