Copenhagen 2009
domingo, janeiro 10, 2010
_______________________
Cuidado com os teleféricos.
Espanta-me a facilidade com que qualquer um dá a sua opinião sobre o que quer que seja, como se já tivesse ali pronta a sair e bastasse carregar num botão. Mais grave, e isso assusta-me, é a quantidade de coisas sobre as quais os outros esperam que se tenha opinião formada. Uma pessoa tem que estar preparada para tecer considerações sobre a vida familiar dos príncipes ingleses, a viabilidade económica de grandes empreendimentos nas obras públicas, as espalhafatosas prestações televisivas de um novo programa, para além de uma opinião clara sobre teorias do começo do universo e uma solução definitiva para o problema palestiniano. Se o saber é a coisa mais bem distribuída do mundo então prefiro não saber nada - eis um raciocínio com o qual me resigno.
«[...] porque se fui eu que o defendi, é lógico que sei o que se passa e neste momento não vou dizer se ele vai continuar comigo ou sem migo. O que lhe posso dizer é que dificilmente ele terá condições de voltar.» - Luís Filipe Vieira (Actual-Presidente do Sport Lisboa e Benfica)
«Verdade ou mentira, o Paradoxo de Fermi vem expor uma verdade inconveniente:"Se eles existem, porque raio não os vemos? Porque não estão aqui connosco?.."«Oh meu Deus! É impressão minha ou está a começar a chover? Vamos apanhar chuva! Salve-se quem puder! Corram! Fujam do dilúvio. Alguém tem o número de telefone do Noé por favor?»
«Muito bom dia Dona Hortense! Então o que vai ser hoje? Umas laranjinhas e uns pêssegos como de costume? Oh! Melancia. Óptima escolha. Quer experimentar as novas? Sim, são sem semente! Tenho a certeza que vai gostar. Quantas quer?»
«Não adianta escamotear a realidade. Era tão chato, tão chato, tão chato, que o mataram. Era muito incomodativo. Era um chato. Era um moscardo. Que picava, picava, picava e incomodava demasiado.»«Milhares, talvez não. Biliões. Os cientistas dizem que, dentro e fora do nosso corpo, devem ser mais de 10 biliões de organismos...»
Depois de analisar - em pormenor - qual/quais as zonas mais gélidas do planeta, alvitro que se atente ao tórrido e cálido calor.
Tirat Tsvi
Cientistas britânicos da Universidade de York concluíram que as altas temperaturas previstas para os próximos séculos vão provocar uma extinção em massa da biodiversidade, que poderá incluir o ser humano. As temperaturas previstas são mesmo comparáveis à de uma etapa de grande existência de gases do efeito estufa, ocorrida há 251 milhões de anos, quando 95% das plantas e animais desapareceram da face da Terra.
Preparem-se meus amigos...
___________________________________
Cuidado com os teleféricos.
Quando foi descoberto, a 19 de Junho de 2004, chamaram-lhe 2004 MN4 – mais um objecto (ou será objeto?) lançado para o catálogo de asteróides. Depois de calculada a trajectória (ou será trajetória?) do asteróide, descobriram que o 2004 MN4 seguia uma rota que o poderia levar a colidir com a Terra em 2029. Novos cálculos foram efectuados, concluindo-se que o calhau possui 400 metros de diâmetro. Se colidisse com a Terra, provocaria uma libertação de energia 114 mil vezes superior à libertada em Hiroshima. Então mudaram-lhe o nome. Chamaram-lhe Apophis, o nome da divindade do antigo Egipto (Egito?) Apep, senhor da destruição e do caos. Será possível acabarmos da mesma maneira que os nossos antepassados, os dinossauros? Cálculos matemáticos mais aprimorados foram feitos nos meses seguintes e colocaram de parte a visão apocalíptica (apocalítica?) anterior: o asteróide passará sobre a Terra (terra?) em 2029, sim, mas a 35 mil quilómetros de distância – para nós, que estamos cá em baixo, é muito longe [...] em termos astronómicos "é a rasar o poste". O asteróide vai passar pela Terra em 2029, mas voltará a 13 de Abril (abril?) de 2036, influenciado pela gravidade do nosso planeta. A possibilidade de um impacto (impato????????) directo (direto?) mantém-se baixa (1 em 45.000), mas foi o primeiro objecto(?) celeste da história (istória?) a ser classificado com o nível 2 da chamada Escala de Risco de Impacto de Turim. Este nível não implica risco de colisão elevado, mas exije acompanhamento efectivo (efetivo?). O asteróide Apophis acabou por trazer à baila outra questão: que poderíamos nós - simples terrestres - fazer se o objecto estivesse mesmo em rota de colisão? A ideia mais aceite é a da criação de uma nave com cerca de 140 metros de comprimento; [...] a nave aproximar-se-á do asteróide e daí resultará o efeito gravitacional suficiente para o desviar. A nave já foi baptizada: chama-se «trator gravitacional» (perdão 'tractor', ou será...epá estou baralhado). O projecto (projeto?) tem um custo estimado de 300 milhões de dólares, mas poucos duvidam da sua necessidade. O que se discute agora é a quem mandar a conta propriamente dita. "Era a continha faxavor" ONU? Há muito, muito, muito tempo, qualquer coisa parecida com 160 milhões de anos, um valente e poderoso calhau com 60 quilómetros de diâmetro foi de encontro a outro calhau este ainda maior, 170 quilómetros. Este "acidente" deu-se bem longe da Terra, na cintura de asteróides situada entre Marte, o planeta vermelho habitado pelos nossos primos marcianos que nunca existiram, e Júpiter o planeta dos nossos arqui-inimigos Jupiterianos. O asteróide maior - Baptistina - partiu-se em 140 mil bocados (cada um com mais de 1Km de diâmetro) e em 300 (com 10Km's). Para grande azar da espécie predominante na Terra de então, os répteis gigantes, alguns destes fragmentos que vaguearam pelo Sistema Solar desde a colisão aproximaram-se perigosamente. Escusado será dizer que os dinossauros não sabiam o que eram telescópios. O pedregulho que "nos" calhou em sorte caiu há 65 milhões de anos em Chicxulub, na península do Iucatão, no México, e formou uma cratera de 180 quilómetros de diâmetro. Explodiu com a força de milhares de bombas nucleares e pulverizou tudo o que era vida. Foi assim que os nossos amigos da série "Jurassic Park" desapareceram - consta. O estudo do Southwest Resarch Institute, dirigido por William Bottke, concluiu que o asteróide que originou a cratera Tycho, na Lua, também teve origem nos fragmentos do Baptistina. Com a ajuda de simulações em computador, foi possível reconstruir o trajecto do asteróide e determinar, que nem um Hercule Poirot do Cosmos, a identidade do assassino 160 milhões de anos após o crime. Todos os pormenores desta investigação estão descritos nesta página.
Yakutsk, cidade siberiana com uma população de 800.000 habitantes, é o agregado populacional submetido a temperaturas mais baixas do planeta.
Uma das ferramentas mais usadas para provar a existência de vida extraterrestre não é o telescópio (desenganem-se os crédulos), mas sim o Photoshop. (link)

«A humilde formiga. Tão insignificante, diríamos nós. Mas as formigas são construtoras de impérios e as suas colónias crescem, independentemente da nossa.»© Blogger templates Newspaper by Ourblogtemplates.com 2008
Back to TOP